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Semana da Família 2010
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Organização Mundial para o Fim da Punição FísicaFoto: Site sxc.hu
A médica homeopata Cristina Mara Ferreira Fazilari, mãe de Andressa, 5 anos, é adepta dos combinados e abomina a palmada, mas se descontrolou uma vez. Foi quando a filha ganhou um presente de uma amiga e atirou a caixa no chão antes de abri-la ao saber que era uma roupa. "Achei absurdo", conta. Arrependeu-se e, para não extrapolar quando é enfrentada pela filha e está muito nervosa, pede que Andressa vá para o quarto, tenta se acalmar, e só depois retoma o assunto. "Esse tempo permite que a mãe retorne ao seu equilíbrio e pense numa punição pertinente", diz a psicóloga Ana Esther. Normalmente, Cristina conversa muito com a filha quando há um impasse, tenta explicar o que está errado e o porquê, mas às vezes é obrigada a apelar para o castigo. "Eu cumpro o que ameaço, sei que é para o bem dela. Prefiro isso a bater", afirma. À noite, quando coloca Andressa para dormir, faz questão de elogiar seus comportamentos positivos, mas também comenta os problemas. Com essa atitude, asseguram os especialistas, a criança aprende a tolerar melhor as frustrações em pequenas doses. "Evita que os pais, ao repreenderem o filho, sejam surpreendidos por uma explosão emocional de uma criança que é lembrada dos seus limites com pouca frequência", explica Ana Esther.
Educar sem bater dá trabalho, mas é compensador. "Forma pessoas mais conscientes", defende o psicólogo Longo. Ele compara o resultado da educação autoritária e das correntes mais liberais. É como dois adultos que param no sinal vermelho no trânsito. Aquele acostumado a só obedecer
mediante punição vai parar com medo da multa. O outro, que cresceu valorizando o diálogo e compreendendo os motivos das proibições, pára em respeito à vida.
• Demonstre o que eles devem fazer. e não apenas o que não devem.
• Explique suas verdadeiras razões. 'Porque eu estou dizendo' nada ensina.
• É importante dizer sim.
• Elogie o bom comportamento e repreenda o inadequado.
• Apóie-se em recompensas como abraços e brincadeiras, e não em punições como tapas e gritos.
• Ignore pequenas bobagens. Quanto mais você ralhar, menos será ouvida.
• Quando as crianças fazem alguma coisa errada, explique-lhes como podem consertá-la.
• Mesmo que você não aprecie o comportamento do seu filho, nunca sugira que você não gosta dele.
Educar sem bater dá trabalho, mas é compensador. "Forma pessoas mais conscientes", defende o psicólogo Longo. Ele compara o resultado da educação autoritária e das correntes mais liberais. É como dois adultos que param no sinal vermelho no trânsito. Aquele acostumado a só obedecer
mediante punição vai parar com medo da multa. O outro, que cresceu valorizando o diálogo e compreendendo os motivos das proibições, pára em respeito à vida.• Demonstre o que eles devem fazer. e não apenas o que não devem.
• Explique suas verdadeiras razões. 'Porque eu estou dizendo' nada ensina.
• É importante dizer sim.
• Elogie o bom comportamento e repreenda o inadequado.
• Apóie-se em recompensas como abraços e brincadeiras, e não em punições como tapas e gritos.
• Ignore pequenas bobagens. Quanto mais você ralhar, menos será ouvida.
• Quando as crianças fazem alguma coisa errada, explique-lhes como podem consertá-la.
• Mesmo que você não aprecie o comportamento do seu filho, nunca sugira que você não gosta dele.